De 12 seleções em 1991 a 2 bilhões de espectadores em 2023: os números da maior revolução do futebol.
A Copa do Mundo Feminina é a competição esportiva feminina de maior crescimento da história. Em 32 anos, passou de 12 seleções assistidas por 65 mil pessoas na final para 32 seleções e mais de 2 bilhões de espectadores em 2023. Os números contam uma história de inclusão, crescimento e transformação cultural sem precedentes no esporte.
| Ano | Sede | Seleções | Campeã | Audiência Final |
|---|---|---|---|---|
| 1991 | China | 12 | 🇺🇸 EUA | 65.000 (estádio) |
| 1995 | Suécia | 12 | 🇳🇴 Noruega | ~17 milhões (TV) |
| 1999 | EUA | 16 | 🇺🇸 EUA | 40 milhões (EUA) |
| 2003 | EUA | 16 | 🇩🇪 Alemanha | Crescimento TV |
| 2007 | China | 16 | 🇩🇪 Alemanha | Bilhões (estimado) |
| 2011 | Alemanha | 16 | 🇯🇵 Japão | Recorde TV Alemanha |
| 2019 | França | 24 | 🇺🇸 EUA | 260 mi (cumulativo) |
| 2023 | Austrália/NZ | 32 | 🇪🇸 Espanha | +2 bilhões |
O crescimento de audiência da Copa Feminina é o mais rápido de qualquer grande competição esportiva global. A taxa de crescimento anual composta (CAGR) de audiência entre 1991 e 2023 é de aproximadamente 18% — superior à da NFL americana e dos Jogos Olímpicos.
A inclusão de mais seleções (de 12 para 32) não diluiu a qualidade — aumentou a competitividade. Em 2023, pela primeira vez na história, a Europa não dominava absolutamente: Japão (2011) e Espanha (2023) mostraram que o poder pode ser distribuído.
A tendência para as próximas edições é de crescimento contínuo. O modelo de sucesso da Copa 2023 na Austrália/Nova Zelândia mostrou que o torneio pode ser disputado em países com menor tradição de futebol — e ainda assim gerar audiência recorde.